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Às minhas amigas, eu ofereço sempre o meu ombro para elas chorarem as suas perdas, os meus conselhos que nem sei se servem de algo, a minha paciência (que apesar de serem amigas, também dão cabo dela), a minha amizade. Para quê ficar assim? Não adianta. Essa relação já estava a falhar há imenso tempo. Traições, demasiadas mentiras, ciúmes exagerados, falta de cumplicidade. Amiga, assim, dessa maneira, não há história de amor que resista! E elas choravam. E eu consolava. Não chores, ele não merece. Tens que aceitar que acabou. Eu dizia aquelas frases que já toda a gente conhece. Elas sofriam por algum tempo e depois, ficavam ótimas. Mas eu não sou assim. Eu não aceito. E não aceitando, sofro para toda a vida. E depois de outra relação, ainda sofro por causa da outra e da outra e da outra. Agora eu pergunto-me: quando será que eu vou conseguir oferecer um ombro amigo a mim própria e aceitar, friamente, que as minhas relações também acabam?
— Danniela F.  (via almeijar)


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Tarde demais, Vinícius. Ele já foi embora, e me deixou aqui. Ele já foi, e disse que sentia dores de outros amores. Mas e o meu amor, o que eu faço com ele? Você escreveu um livro para se viver um grande amor, mas não para quem perdeu um. Espero ansiosamente pela melhora do meu coração, fique sabendo. Mas até lá, espero que você esteja comendo aquele franguinho com farofa que você tanto fala juntinho da sua amada; sabe-se lá aonde…
Para Vinícius de Moraes, Thayná Ferreira (via almeijar)


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Eu tinha apenas 16, e já achava que sabia demais. Tudo que eu tinha era um quarto, e o dinheiro dos meus pais, e alguns amigos que, cabiam numa mão.
Fresno (via almeijar)


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Não subestime os outros, nem os idolatre demais. Seja educada, mas não certinha. Não minta, nem conte toda a verdade. Dance sozinha quando ninguém estiver olhando. Divirta-se enquanto seu “lobo” não vem.
— Martha Medeiros  (via essencia-nao-aparencia)

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